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Gilberto Silva
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Comentários
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)
Gilberto Silva
Comentário ·
há 3 anos
Tribunal considera abusivo empréstimo bancário com juros de 1.269,72% ao ano.
Campagnoli Advocacia
·
há 3 anos
Empresas do setor financeiro em geral, Bancos em particular, deveriam ser proibidas de ter como ativos bens imóveis e bens de consumo duráveis (fazendas, sítios, automóveis, etc), exceto aqueles expressamente necessários para o exercício de suas atividades. Um fazendeiro faz um empréstimo, não consegue pagar, o Banco toma a fazenda e passa a explorar economicamente o imóvel? Penso que isso está errado. O banco deveria ser obrigado a se desfazer do bem o mais rápido possível, prazo definido em Lei. A não ser assim, como aliás hoje é, bancos se tornam "donos de tudo" pois dispõem do meio universal de troca, o dinheiro.
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Gilberto Silva
Comentário ·
há 7 anos
Entenda porque o comentarista Caio Ribeiro pode ter parte de seu salário penhorado por ser avalista
Alice Aquino
·
há 7 anos
Dois pontos. Sobre fiança de aluguel, somente.
Primeiro, como regra para ter uma relativa tranquilidade em relação a ser fiador, só aceite fiar se em primeiro lugar você estiver disposto a pagar o débito. Ou seja, você de bom grado pagaria o aluguel do seu irmão, mas ele mesmo tem condição de pagar. Então, aceite o risco de ser fiador. Afinal, se ele não pudesse pagar, você mesmo pagaria!
Segundo, uma reclamação. Mas não sei a quem reclamar. Os proprietários, as administradoras, costumam ter contratos pré impressos, sem possibilidade de negociação dos termos. Fui certa vez fiador de meu cunhado, não tive qualquer problema quanto a isso, mas fiz o pedido de que, no contrato, constasse uma cláusula mais ou menos assim:
"Em caso de inadimplemento do aluguel ou de qualquer obrigação decorrente deste contrato, o proprietário deverá notificar o fiador em no máximo 30 dias após o inadimplemento, sob pena de nulidade da obrigação de fiança."
É claro que a administradora não aceitou essa modificação, e eu assinei como fiador o contrato. Felizmente, não tive problemas.
Mas estou cansado de ver casos em que o fiador somente vem a saber do débito quando este já se acumula a muitos meses. O proprietário fica numa posição muito confortável frente ao fiador, desequilibrando a balança de obrigações contratuais.
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Gilberto Silva
Comentário ·
há 7 anos
Justiça obriga plano de saúde a custear cirurgia de redução de mamas
Losinskas, Barchi Muniz Advogados Associados
·
há 7 anos
Nem vou comentar o fato de que os contratos dos planos de saúde, a exemplo de outras relações de consumo (telefonia, seguros, energia, ...) são contratos por adesão e por isso mesmo incluem cláusulas leoninas que, se questionadas na justiça, podem vir a ser canceladas. Mas quero tocar num outro ponto.
As operadoras aumentam os preços tendo em vista o acréscimo nos custos com consultas, internações e outros procedimentos. Ora, os preços dos procedimentos aumentam porque os médicos, as clínicas, os laboratórios e os hospitais sabem que os planos de saúde vão mansamente aceitar os reajustes. Claro, pois não são eles que pagam! Quem paga é o usuário que, por medo de inesperadamente ter algum problema mais grave e de solução mais dispendiosa, prefere se sacrificar e pagar o alto valor do que ficar desprotegido.
Nesse aspecto, planos de saúde são como atravessadores, como mercadores ricos, ou cartórios, que geralmente nada fazem em troca do seu dinheiro, e quando você precisa de algo já contratado (mesmo procedimentos perfeitamente cobertos) ainda tem que submeter um pedido que será então analisado e quiçá aprovado por algum burocrata.
Sim, entendo que planos de saúde são empresas privadas, que existem para dar lucro. Mas, já prestaram atenção nas sedes faraônicas, na empáfia dos atendentes, e nas recusas de atendimento por minúcias nos contratos. Claramente, este mercado está em desequilíbrio, favorecendo demasiadamente as empresas em detrimento dos clientes.
Com a palavra, a ANS.
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Dra Lorena Lucena Tôrres
Comentário ·
há 8 anos
Até quando vai à obrigação de alimentar?
Dra Lorena Lucena Tôrres
·
há 8 anos
E olhe que essas situações acontecem demais!
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